04 junho 2021
Camara Municipal de Nelas
Nelas é uma vila portuguesa no Distrito de Viseu, região Centro e sub-região do Dão-Lafões, com cerca de 4 700 habitantes.
Concelho de Nelas
Nelas, banhada pelo rio Dão e pelo Mondego caracteriza-se pela sua grande beleza e pelo seu vasto património histórico, arqueológico, arquitetónico, religioso e paisagístico. A história desta região está bem patente na sua arquitetura, desde o período Neolítico ou Idade da Pedra, erigida com fins religiosos, pode ser encontrada em monumentos megalíticos da Orca de Pramelas em Canas de Senhorim e do Outeiro do Roque na Lapa do Lobo. A via Romana de Santar , a via Romana de Vilar Seco e os túmulos das Pedras da Forca fazem-nos recuar no tempo. O Dão - o rio e o vinho – percorrem esta região. Os solares e as quintas de produção de vinho povoam este concelho que nos vai conquistando quando nos embrenhamos por todo o seu território ao encontro da sua história e paisagem. Sendo parte da região demarcada do vinho do Dão, está também integrada na Região Demarcada do Queijo da Serra, combinação perfeita ligada a uma gastronomia tradicional O Carnaval, a Feira do Vinho do Dão e a Feira Medieval são eventos anuais que podemos aproveitar para uma visita mais demorada pelo Concelho.
História
Nascido das reformas liberais do século passado, que racionalizaram a caótica administração local, com a existência de mais de 800 municípios a debaterem-se com a falta de recursos, o Município de Nelas reuniu os anteriores Concelhos de Senhorim (com sede em Vilar Seco) e de Canas de Senhorim. Por Decreto de 9/12/1852, sendo Rainha de Portugal D. Maria II e Ministro do Reino Rodrigo da Fonseca Magalhães, foi “mandado reunir os Concelhos de Senhorim e Canas de Senhorim em um só concelho com o nome de Concelho de Nelas. Nos 152 anos que se seguiram, o Concelho de Nelas caminhou no sentido de uma crescente afirmação, beneficiando de uma privilegiada situação geográfica, no cruzamento das estradas, que da fronteira conduz ao litoral e de Viseu liga à Serra da Estrela, e também da passagem do caminho-de-ferro. Este factor geográfico, aliado ao dinamismo das suas gentes, fizeram com que Nelas, durante todo o séc. XX, assumisse a primazia industrial no Distrito de Viseu. Primeiro, com os Fornos Eléctricos e as Minas da Urgeiriça, em Canas de Senhorim, na actualidade, após a decadência daquelas empresas, com o surto de industrialização de Nelas. Orgulhoso do radioso presente que soube construir, o Município de Nelas está porém virado para o futuro, procurando aproveitar todas as potencialidades que a Região do Dão, de que é o coração, lhe pode proporcionar. É assim com o Vinho, marca de referência da região. Em Nelas produzem-se os melhores vinhos Dão, está aqui sediado o Centro de Estudos Vitivinícolas, é em Nelas que se realiza a Festa/Feira do Vinho do Dão, o maior evento de promoção deste produto com tão grandes potencialidades de crescimento. Mas, associado ao vinho, também temos um magnífico Queijo da Serra, de cuja Região Demarcada fazemos parte, e uma rica Gastronomia, patente em excelentes restaurantes do Concelho. Outro produto de referência, o Azeite, fabricado num moderno, funcional e ecológico Lagar recentemente construído. Esta região, situada entre o Dão e o Mondego, debruada mais ao longe pelas Serras da Estrela e do Caramulo, possui uma rara beleza. Por isso, o turismo tem aqui enormes potencialidades, quer para desfrutar de uma inigualável paisagem natural, quer para usufruir da riqueza termal das modernas Caldas da Felgueira, quer para visitar e admirar o valioso património arquitectónico. Referimo-nos aos solares e casas solarengas, testemunhos de um rico passado histórico. Finalmente, a indústria. Fruto de uma inteligente e pioneira política de industrialização, instalaram-se em Nelas modernas empresas, que criaram emprego para toda a região e geraram rendimento bastante para pôr em marcha, o comércio e os serviços.
https://www.cm-nelas.pt/turismo-a-patrimonio/caracterizacao-do-concelho/historia-e-personalidades/
O que Património Cultural?
A palavra património vem de pater, que significa pai e tem origem no latim. Património é o que o pai deixa para o seu filho. Assim, a palavra património passou a ser usada quando nos referimos aos bens ou riquezas de uma pessoa, de uma família, de uma empresa. Essa ideia começou a adquirir o sentido de propriedade coletiva com a Revolução Francesa no século XVIII
14 dezembro 2008
Chuva e frio...

Chove, faz frio
o vento a bater nas janelas
a uivar triste pela noite escura
como a pedir passagem no sombrio.
Noites de frio e chuva me trazem melancolia
e uma saudade de nem sei o que
de coisas passadas, pessoas passadas
ou coisas que não vivi, mas poderia
Nessas noites tristes e frias onde uiva o vento
triste e frio e sombrio como a propria noite
Me ponho a pensar e sonhar, lembranças de mim
deixo vaguear a mente a passo lento
Me pego sonhando ser Peter Pan, criança eterna, não adulto triste
Vivendo num mundo de magia, onde tudo pode ser
onde se pode viver para sempre na inocencia doce e pura
Num mundo onde amor é lei e a poesia ainda existe.
o vento a bater nas janelas
a uivar triste pela noite escura
como a pedir passagem no sombrio.
Noites de frio e chuva me trazem melancolia
e uma saudade de nem sei o que
de coisas passadas, pessoas passadas
ou coisas que não vivi, mas poderia
Nessas noites tristes e frias onde uiva o vento
triste e frio e sombrio como a propria noite
Me ponho a pensar e sonhar, lembranças de mim
deixo vaguear a mente a passo lento
Me pego sonhando ser Peter Pan, criança eterna, não adulto triste
Vivendo num mundo de magia, onde tudo pode ser
onde se pode viver para sempre na inocencia doce e pura
Num mundo onde amor é lei e a poesia ainda existe.
13 dezembro 2008
O amor e as quatro estações

É chegada a primavera. As flores se abrem a um novo amanhecer. Tudo reflete um brilho intenso. Tímidas, as violetas nos mostram suas pequeninas flores. As margaridas já enfeitam os jardins. A rosa, que antes era botão, nos transmite um suave perfume. O que seria dos jardins se as flores fossem apenas rosas? Se não existisse a singela violeta nem as simples margaridas, o jardim das flores não teria o mesmo encanto e a primavera perderia seu brilho.
A primavera é o amor que nos enche de alegria, de paixão e entusiasmo. É o amor delicado, meigo e singelo. É o amor que a cada dia nos inspira a um novo começo.
O verão é o amor que aquece e desperta a sensualidade. É o amor que contagia e nos torna mais alegres, festivos e cheios de vida.
O outono é o amor que não morre. É o amor que transmite calma e suavidade. É o amor que aguarda a chegada de um novo amanhecer.
O inverno é o amor que busca aconchego. É o amor que quer estar junto, que busca a segurança do abraço. É o amor que se prepara para o despontar das cores e da luz do sol.
O que seria do amor se não fossem as estações? O que seria das estações se não fossem as flores, o sol, a chuva, o frio, o calor, o vento, as folhas, a neve, o tempo? O que seria de tudo isso se não fosse o amor?
Cada estação nos traz uma nova chance de amar e ser feliz.
Eliane Pinheiro
A primavera é o amor que nos enche de alegria, de paixão e entusiasmo. É o amor delicado, meigo e singelo. É o amor que a cada dia nos inspira a um novo começo.
O verão é o amor que aquece e desperta a sensualidade. É o amor que contagia e nos torna mais alegres, festivos e cheios de vida.
O outono é o amor que não morre. É o amor que transmite calma e suavidade. É o amor que aguarda a chegada de um novo amanhecer.
O inverno é o amor que busca aconchego. É o amor que quer estar junto, que busca a segurança do abraço. É o amor que se prepara para o despontar das cores e da luz do sol.
O que seria do amor se não fossem as estações? O que seria das estações se não fossem as flores, o sol, a chuva, o frio, o calor, o vento, as folhas, a neve, o tempo? O que seria de tudo isso se não fosse o amor?
Cada estação nos traz uma nova chance de amar e ser feliz.
Eliane Pinheiro
06 outubro 2007
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